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Falando de adoção: Participação no blog Temos que falar sobre isso

Oi queridos,

Recebi o convite especial das queridas Thais Cimino e Bruna Tano para compartilhar  um pouco da minha história e missão no blog Temos que falar sobre isso. Obrigada gurias pelo espaço e lindo trabalho que vocês desenvolvem!

Trecho da entrevista:

Você propõe um outro olhar sobre o tema da adoção, conte um pouco mais sobre isso.

A proposta é justamente humanizar o processo burocrático de adoção. Adoção é a formação de uma família. Isso inclui mães, pais, filhos. Sendo assim não poderia somente ser encarada como um processo jurídico. Sim, tem um breve curso preparatório para os pretendentes à adoção (oferecido em algumas comarcas), porém não há um envolvimento mais profundo com os pretendentes. Um processo de adoção pode levar meses ou anos. O prazo indefinido gera mais angústia e ansiedade. As pessoas na fila de espera realmente se sentem como gestantes, porém não são tratadas desta forma. Por isso quando estava buscando um nome para o projeto, o que mais me identifiquei foi “gravidez invisível”. Somos gestantes invisíveis diante da sociedade. O outro ponto que busco abordar o novo olhar é sobre a forma como as pessoas pré-julgam uma família formada pela adoção. Muitos ainda veem como uma parentalidade de segunda linha, levantam a questão da hereditariedade, rebeldia, diferença racial, esquecendo-se de que a linguagem do amor é universal. Filho por adoção não é um filho de criação como se falava antigamente. Filho por adoção é filho, com todos os direitos de um filho biológico, não há diferença alguma no amor, no cuidado e consequentemente, na parte material também.

Clique no link abaixo e leia na íntegra!

https://temosquefalarsobreisso.wordpress.com/2015/09/24/entrevista-com-luciane-cruz/

 

Beijos, Luciane

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Gravidez Invisível

Gravidez Invisível

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