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Falando de adoção: Participação no blog Mãe sem frescura

Queridos,

Recebi o convite da querida Priscila Casimiro pra falar um pouquinho sobre adoção no blog dela – Mãe sem frescura. Obrigada pelo espaço Pri!

Trecho da entrevista: 

1) Adotar um filho no Brasil não é uma questão simples e rápida. Qual é o principal motivo para esta longa espera?

Esta pergunta abrange muitos tópicos:

1º) O processo burocrático para obter a Habilitação para adoção: Temos que apresentar documentos pessoais em geral. Muitos pessoas pensam que tem que comprovar casa própria e renda elevada, o que é um mito. Na verdade o que é avaliado são as condições gerais da pessoa (s) para receber um filho na família. Esse processo inclui entrevistas com assistentes sociais e psicólogos. Após, é emitido um laudo técnico para que o juiz tome a decisão de deferir ou não a Habilitação para adoção solicitada. A demora desta fase depende de cada comarca. Na minha cidade este processo levou 9 meses, mas sei de pessoas que esperaram 2 anos e meio.

2º) Após a emissão da Habilitação para adoção, o seu nome é incluído no CNA – Cadastro Nacional da adoção. Este cadastro tem informações das crianças que vivem em abrigos que estão para adoção e faz o cruzamento com os pretendentes à adoção. Recentemente passou por uma atualização, cuja promessa é de agilizar este cruzamento. Nessa fase a demora vai depender do perfil da criança informado durante o processo. Se a sua habilitação para adoção é para um perfil determinado, ou seja, se você definiu que adotaria uma criança independente do sexo até 5 anos, sem irmãos nem qualquer tipo de doença tratável ou não tratável, você não será chamado se tiver uma criança de 2 anos mas que tem um irmão de 3 anos por exemplo. O seu perfil determinará o tempo de espera. Porém, sabemos que tem muitas crianças em abrigos que por falta de equipe técnica suficiente ainda não estão no CNA. Temos este e muitos outros problemas para sanar na questão da forma como são tratadas as crianças e adolescentes que estão em situação de risco ou sob a responsabilidade do estado bem como a questão do tratamento às famílias pretendentes à adoção.

Leia a entrevista completa neste link: http://www.maesemfrescura.net/2015/06/adocao-brasil-entrevista-luciane-cruz-gravidez-invisivel.html

Beijos, Luciane

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