Temática adoção na mídia

História de adoção tardia na novela Totalmente Demais da Rede Globo

História de adoção tardia na novela Totalmente Demais da Rede Globo

Oi gente,

Uma leitora me falou de um caso de adoção tardia na novela Totalmente Demais da Rede Globo.

A personagem Carolina(Juliana Paes)  realiza o sonho de ser mãe por meio da adoção do menino Gabriel (Icaro Zulu).

http://gshow.globo.com/Bastidores/noticia/2016/05/juliana-paes-se-derrete-por-icaro-zulu-novo-amor-de-carolina.html

Vocês assistem? O que acharam?

Beijos, Lu

carolina-e-gabriel

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4 Comentários

  1. maio 13, 2016 em 10:13 pm — Responder

    Não gostei da cena onde a assistente social esconde de Carolina que o menino possui uma doença, que tudo indica ser HIV, alegando para a colega que se contar a verdade todas as chances da criança cairão por terra. Mesmo sendo real a questão das pessoas em geral não aceitarem crianças com problemas de saúde a conduta dos profissionais é sempre pela verdade dos fatos.

  2. maio 14, 2016 em 7:17 pm — Responder

    O meu filho adotamos qdo ele ja estava com sete anos…. E é maravilhoso… Maravilhosa. Nao tem diferença. Inclusive tive a oportunidadr de ensinar tdo pra ele, inclusive as coisas de criancas

  3. maio 16, 2016 em 3:27 pm — Responder

    É maravilhosa a ideia de divulgar a adoção de crianças maiores e/ou com doenças tratáveis, porém o que a Globo mostra na novela é uma irresponsabilidade! É um desserviço a sociedade! Mostrar que você vai no orfanato, escolhe a criança que quiser e leva pra passear é um verdadeiro absurdo. Entendo que a novela é uma obra de ficção e que portanto pode “fantasiar”, mas esse é um assunto muito sério e que é tratado na maioria das vezes de forma irresponsável. Para adotar uma criança é preciso fazer um cadastro na Vara da infância, passar por palestras, avaliações psicológicas, para se apreciado por uma juíza e só então ser deferida (ou não) a habilitação, enfim, não é bagunça! Os pais adotivos não escolhem as crianças, elas são apresentadas aos pais pela vara da infância de acordo com o perfil desejado, respeitando a ordem do Cadastro Nacional. Acho que deveriam mostrar a realidade, de forma resumida é claro, mas a REALIDADE, não esse absurdo que pode inclusive incentivar processos ilegais de adoção.

  4. setembro 7, 2016 em 11:35 pm — Responder

    Bom artigo.

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